Terça-feira, 11 de Outubro de 2005

HABEMOS CHANCELER

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Não sei o que mais me surpreende na forma como os alemães vivem e resolvem os seus empates e impasses políticos. Se é a forma como eles começam irredutíveis e crispados na fase inicial. Ou a maneira naturalíssima como, depois, conversam, negoceiam e arranjam acordo para qualquer berbicache.

Nem sei sequer se me enjoa o excesso de calculismo que parece transparecer no modo como se concertam ou me basbaco com a sabedoria de não deixar problema a arrastar-se por falta de solução.

Eu não sei. Mas, eles, alemães, sabem. Quer dizer, devem saber. Pois se não se queixam... E se não se queixam e o problema é deles, então tudo está bem quando acaba bem.

Temos então nova Chanceler. Pela primeira vez, uma mulher. Valha isso, visto de fora. Quanto ao cozinhado doméstico, eles comem, eles que gostem. Ou desgostem. Sei lá. Difícil entender os alemães. Para um português é tão difícil entendê-los como para um alemão quase português entender a influência da CDU à portuguesa.

Adenda: Agradeço ao Lutz a resposta sintética e esclarecedora com que se prestou a explicar o "modo alemão" de encarar as soluções políticas.
publicado por João Tunes às 15:08
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