Quinta-feira, 27 de Outubro de 2005

MÚSICA PRÓ-MESSIAS

Cavaco.js[1].jpg

«De mim o Governo, qualquer Governo, pode esperar cooperação», diz Cavaco. Claro, desde que seja Ele o Presidente Messias, o Guia, o Farol Sebastiânico, o resto é de somenos. Até o governo. Ou a gravata (agora vermelhusca).

É isso. Bem me queria parecer que Cavaco nunca desdenharia um sarau prolongado de dueto, em piano e violoncelo, com Sócrates. Quanto à música, é claro, seria sempre a do ”aperta o cinto”.
publicado por João Tunes às 22:12
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6 comentários:
De Joo a 28 de Outubro de 2005 às 22:42
Ora, QR, não se arme em juiz do tribunal constitucional a dar o primado à forma... É preciso é ter peito para não levar as coisas a peito. Sobretudo, não confundir expressões de estilo com estilo. O resto, o mais importantes, é estarmos vivos e a cavaquear (chiça, disse "cavaquear"????). Veja lá que sou tão tolerante que continuo a albergar, acarinhar e espicaçar essa "soarista" Isabella...


De Quadrpede Rosa a 28 de Outubro de 2005 às 22:20
Quando, no comentário anterior, referi ser muito vago o contexto do alatgamento da cidadania, não quis, de forma alguma, minimizar ou contrariar os objectivos sociais e políticos da candidatura de Manuel Alegre. Por isso, rebusco num seu editorial e, reverenciado, o refiro:
"O excessivo peso dos aparelhos partidários afunila, não só os partidos, como toda a vida cívica.
É por isso que é preciso alargar o espaço da cidadania. É esse um dos objectivos centrais da minha candidatura: mais cidadania, melhor democracia."
Para não ser mal interpretado, quero dizer que "é estreito por natureza" o espaço da cidadania livre e independente, pelo espartilho a que nos subjugam os políticos e os seus partidos. Tarefa ciclópica espera Alegre, mas os primeiros passos, firmes como a sua personalidade, parecem estar a dar frutos e a contrariar - espero - o conceito de "estreito".


De Quadrpede Rosa a 28 de Outubro de 2005 às 22:04
"Não gosto de brincar com coisas sérias" - João dixit.
Uma coisa é brincar com coisas sérias e outra é divertir-se com (ou através) delas.
Não pretendi brincar com o apelido; tão só considerá-lo na origem. De forma alguma pretendi desviar as atenções de assuntos "sérios"; amenizei os comentários com um "fait-divers". De todo tive a intenção de ocultar o verdadeiro alvo do post; nem sequer reparei nele (o que me faz bem à saúde).
Alargar a cidadania é muito vago. Não se pode alargar aquilo que é estreito por natureza.


De Joo a 27 de Outubro de 2005 às 23:39
Só me interessa a origem do apelido se fôr ter a Conde ou Marquês... (com ou sem trombone). Mas acho que estão a brincar com coisas sérias. Vamos mas é alargar a cidadania... (gosto desta, o que é que querem?)


De IO a 27 de Outubro de 2005 às 23:26
Quem lhe desse, ao da foto, com o trombone!... - está nas nossas mãos, ensiná-lo a não falar quando tiver a boca cheia de votos amargos - isto aqui é um desejo...


De Quadrpede Rosa a 27 de Outubro de 2005 às 23:08
Esta coisa da política dá-ma para o desânimo. E, quando desanimo, fico acabrunhado e não me apetece falar. No silogismo está a razão por que não me apetece falar de política.
Daí, uma vez que de Bocage me acho "mais pachorrento", quero alvitrar sobre o apelido do João - "Tunes".
Ora, não me parece que seja de origem magrebina, nem encontro "genes" para o termo, a não ser no apelido inglês "Townes", que terá obtido a corruptela de "Taunes" ou "Tounes" e, finalmente "Tunes".
Por esta não esperava o João. Isto é de doidos!


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