Quinta-feira, 3 de Novembro de 2005

VILA REAL

vilareal.jpg

Não se deve maldizer a terra onde se nasceu. Porque não se escolhe. Por isso, tenho o maior respeito carinhoso pela aldeia em que me deitaram à luz do dia, o meu concelho e até o distrito. Distante mas afectivo são esses os meus laços de raízes na terra por dívida ao nascimento.

Mas nenhum sentimento perdura sem mácula. Nem que seja levezinha. Ontem por exemplo, o pecado parecia estar marcado para vir. Na noite, chuva fininha a borrifar a cara, o espanto e a raiva, pés procurando a saída do estádio, dei comigo a amaldiçoar Vila Real.

Nada que não tenha passado. Mas precisava de confessar-me à sede do meu distrito. E o respeitinho já voltou.
publicado por João Tunes às 16:39
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2 comentários:
De Joo a 4 de Novembro de 2005 às 11:50
Tem barbas esta frase xenófoba que vem do tempo de Salazar. E que se lhe diga... Quanto ao vento, pois trata-se do Suão, vá lá (embora só se aplique ao Sul). Quanto aos casamentos, é uma reacção de ciúme feminino doentio quando os pobres maridos portugueses não resistiam aos encantos e ao salero das azougadas espanholas, assim a modos das Mães de Bragança contra as brasileiras de alterne... (com muita inspiração das sotainas preventivas do pecado). Agradeço a recordação da frase mas não a subscrevo.


De rupo a 3 de Novembro de 2005 às 22:43
É mesmo, de Espanha nem bom vento, nem bom casamento…


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