Segunda-feira, 14 de Novembro de 2005

BADALAR PAPAL

Leonardo.jpg

Preocupado, arrepiado, pelo que li aqui, caminhei, para espairecer esteticamente por este caminho e continuei, aconselhado, à procura de boa poesia e melhor ilustração. Fui desembocar onde li (*):

Dependurado lá no fundo das suas vestes,
um delicado badalo no centro dum sino.
Mexe-se quando ele se mexe,
um peixe espectral numa auréola de algas prateadas,
os pêlos balançando na escuridão e no calor
- e à noite enquanto os seus olhos dormem,
ele levanta-se em louvor de Deus.


Percebi o que se passa em Espanha. E cá. O badalo (uma metáfora, evidentemente) de Ratzinger, agora guardado em Roma, badala. Continua a badalar. E manda. Demais. A querer impôr privilégios em imitação de "madrassa".

(*) - Poema de Sharon Olds, traduzido por Jorge Sousa Braga.

(Imagem: desenho-esboço de Leonardo Da Vinci)
publicado por João Tunes às 16:03
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